A boa-vida do moderno entre nós...

Autores/as

Palabras clave:

arquitetura moderna, consumo, clientela, América Latina

Resumen

A quem servia a arquitetura moderna? Ou, noutros termos, qual sua “clientela”? Embora pareça impertinente atualmente, essa questão ocupou o núcleo do debate arquitetônico nas primeiras décadas do século XX, em especial para arquitetos ideologicamente engajados na transformação social através da arquitetura. Em virtude desse compromisso, a versão mais coerente para essa pergunta, nos anos 1920, assumia uma forte coloração revolucionária, investida como era do sentido de disputa pelo futuro: Wem Gehört die Welt? A quem pertence o mundo? E a resposta a ela, como nos lembra Anatole Kopp, era inequívoca: “ao povo, às massas, aos trabalhadores, ao maior número” (Kopp, 1990, p. 22).

 

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Biografía del autor/a

Francisco Sales Trajano Filho, Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, Brasil

Arquiteto, Doutorado em Arquitetura e Urbanismo. Professor do Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo. Avenida Trabalhador São-Carlense, 400, Centro 13566-590, São Carlos SP, Brasil.

Citas

Hirschman, A. O. (1987). A economia política do desenvolvimento latino-americano. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 1(3), 37-55.

Kopp, A. (1990). Quando o moderno não era um estilo, e sim uma causa. Nobel: Edusp.

Le Corbusier (1923) [1998]. Por uma arquitetura. Perspectiva.

López, A. (2015). Still Constructing... “Latin America in Construction: Architecture 1955–1980,” The Avery Review, (8). http://averyreview.com/issues/2/still-constructing

Richards, J. M. (1951). Contemporary architecture and the common man. En S. Giedion, A decade of new architecture (pp. 39-40). Editions Girsberger.

Publicado

2022-12-20

Cómo citar

Trajano Filho, F. S. (2022). A boa-vida do moderno entre nós. Registros, 18(2), 1–5. Recuperado a partir de https://revistasfaud.mdp.edu.ar/registros/article/view/583